Anal com o garoto da praia
By: Beth
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Minha bundinha ficava mais ardida na medida em que aquele pau maravilhoso entrava bem devagar dentro do meu anus. Caio era muito cuidadoso em me penetrar de forma anal.
Talvez foi por isto, que menos de duas horas depois de conhecê-lo, lá estava eu, de 4 em uma cama de motel, dando para um cara 10 anos mais novo, que conheci na praia.
Eu passava alguns dias em Balneário Camboriu, com minha família, meus pais, irmão e minha filha de 4 anos. Olha que é impossível não estar em uma praia, em plena época de temporada e não sentir vontade de transar.
Era final de tarde, meus pais e minha filha ficaram no apartamento e eu peguei o carro para andar sem compromisso pela cidade. Parei o carro no calçadão quase no fim da praia, comprei uma cerveja em um quiosque e fiquei ali sentada no capo do carro, fumando, tomando uma cerveja, olhando o mar na maior calma, no final de um dia de verão. Caio se aproximou de mim, perguntou se eu olharia as coisas dele por uns 15 minutos enquanto ele dava um mergulho, eu concordei, e ele deixou comigo seu calção, camiseta, e calçado, ficando só de sunga, e indo tomar banho de mar.
Mais uma cerveja, mais um cigarro e mais uns minutos, e Caio sai da água vindo em minha direcção para pegar suas coisas. Passamos algum tempo ali conversando, aquele papo básico. Caio como todo homem de 20 anos quando na frente de uma mulher de 30, procurava me impressionar. Mas fazia isto com grande simpatia, seu jeito de menino e sua conversa envolvente, foram me cativando aos poucos.
Eu estava muito a fim de sexo, me sentia sozinha naqueles dias, queria algo diferente, uns beijos rolaram naturalmente. Vi que tinham algumas pessoas olhando a gente ali na beira da praia, então decidimos dar uma volta de carro pela cidade.
Caio mantinha o pau pra fora do calção enquanto eu dirigia e ficava acariciando o seu pau. Era final de tarde, não estava completamente escuro ainda, por isso Caio me sugeriu um motel, e eu concordei.
Chegamos ao motel meio sem jeito, afinal nem beijo tinha rolado ainda, somente aquele tesão animal entre nos dois. Entramos no quarto, e Caio me abraçou por trás, logo senti seu pau roçando meu bumbum por baixo da kanga que eu vestia. ELE começou a beijar-me a nuca, meu pescoço, e logo estávamos ali, rolando e nos beijando pela cama.
Pedi a Caio que coloca-se uma camisinha e começamos a transar, eu por cima dele, cavalguei e gozei como uma doida. Caio não gozou. Aí então eu disse pra ele escolher um jeito para eu poder fazer ele gozar.
Caio me disse que queria me pegar de 4. Fiquei de quatro, e senti Caio começar a me penetrar na bucetinha, cada vez mais forte, comecei a gemer e logo gozei de novo.
Eu estava cheia de tesão, e aquele garoto, aquele pau maravilhoso tinha se encaixado perfeitamente em mim. Senti Caio tirar o pau da minha buceta e logo em seguida começar a roçar o pau na minha bundinha. Fiquei um pouco tensa, receosa de que ele pudesse me machucar, mas decidi confiar nele.
Apenas pedi para ele ir devagar e tirar o pau caso eu pedisse. Ele começou a me penetrar devagar, senti a cabeça do seu pau entrar, ardia um pouco, mas era gotoso, Caio então foi colocando bem devagar, senti seus testículos tocar na entrada do meu ânus.
Aquele pau finalmente estava todo dentro da minha bundinha. Eu gemia, metade por um sentimento de dor, metade por um tesão doido que aquela situação estava me gerando. Caio começou a colocar e tirar o pau do meu cuzinho, aquela ardência gostosa tomou conta do meu corpo. Esta menina que gosta de um pau no cu - dizia Caio - para me provocar. Então eu respondia “ Enfia este pau no meu rabo”, dizia eu louca de tesão, torcendo para que Caio gozasse logo, afinal eu já estava com o cuzinho ardido.
Alguns segundos depois minhas preces foram atendidas, e Caio gozou dentro da minha bunda, acompanhado por um gemido forte. Parceria que as coisas tinham sido boas pra ele. Eu só sentia o cu ardido. Terminamos e comecei a ficar preocupada com o tempo, afinal minha família me esperava, já tinham ligado algumas vezes no celular. Disse a Caio que precisávamos de ir embora . As fotos que Caio bateu com a minha câmara durante nossa transa, são as lembranças que tenho daquele garoto de 20 anos, que comeu minha bunda naquele verão em Santa Catarina. Quem quiser me escrever, meu e mail é:
By: Beth
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Minha bundinha ficava mais ardida na medida em que aquele pau maravilhoso entrava bem devagar dentro do meu anus. Caio era muito cuidadoso em me penetrar de forma anal.
Talvez foi por isto, que menos de duas horas depois de conhecê-lo, lá estava eu, de 4 em uma cama de motel, dando para um cara 10 anos mais novo, que conheci na praia.
Eu passava alguns dias em Balneário Camboriu, com minha família, meus pais, irmão e minha filha de 4 anos. Olha que é impossível não estar em uma praia, em plena época de temporada e não sentir vontade de transar.
Era final de tarde, meus pais e minha filha ficaram no apartamento e eu peguei o carro para andar sem compromisso pela cidade. Parei o carro no calçadão quase no fim da praia, comprei uma cerveja em um quiosque e fiquei ali sentada no capo do carro, fumando, tomando uma cerveja, olhando o mar na maior calma, no final de um dia de verão. Caio se aproximou de mim, perguntou se eu olharia as coisas dele por uns 15 minutos enquanto ele dava um mergulho, eu concordei, e ele deixou comigo seu calção, camiseta, e calçado, ficando só de sunga, e indo tomar banho de mar.
Mais uma cerveja, mais um cigarro e mais uns minutos, e Caio sai da água vindo em minha direcção para pegar suas coisas. Passamos algum tempo ali conversando, aquele papo básico. Caio como todo homem de 20 anos quando na frente de uma mulher de 30, procurava me impressionar. Mas fazia isto com grande simpatia, seu jeito de menino e sua conversa envolvente, foram me cativando aos poucos.
Eu estava muito a fim de sexo, me sentia sozinha naqueles dias, queria algo diferente, uns beijos rolaram naturalmente. Vi que tinham algumas pessoas olhando a gente ali na beira da praia, então decidimos dar uma volta de carro pela cidade.
Caio mantinha o pau pra fora do calção enquanto eu dirigia e ficava acariciando o seu pau. Era final de tarde, não estava completamente escuro ainda, por isso Caio me sugeriu um motel, e eu concordei.
Chegamos ao motel meio sem jeito, afinal nem beijo tinha rolado ainda, somente aquele tesão animal entre nos dois. Entramos no quarto, e Caio me abraçou por trás, logo senti seu pau roçando meu bumbum por baixo da kanga que eu vestia. ELE começou a beijar-me a nuca, meu pescoço, e logo estávamos ali, rolando e nos beijando pela cama.
Pedi a Caio que coloca-se uma camisinha e começamos a transar, eu por cima dele, cavalguei e gozei como uma doida. Caio não gozou. Aí então eu disse pra ele escolher um jeito para eu poder fazer ele gozar.
Caio me disse que queria me pegar de 4. Fiquei de quatro, e senti Caio começar a me penetrar na bucetinha, cada vez mais forte, comecei a gemer e logo gozei de novo.
Eu estava cheia de tesão, e aquele garoto, aquele pau maravilhoso tinha se encaixado perfeitamente em mim. Senti Caio tirar o pau da minha buceta e logo em seguida começar a roçar o pau na minha bundinha. Fiquei um pouco tensa, receosa de que ele pudesse me machucar, mas decidi confiar nele.
Apenas pedi para ele ir devagar e tirar o pau caso eu pedisse. Ele começou a me penetrar devagar, senti a cabeça do seu pau entrar, ardia um pouco, mas era gotoso, Caio então foi colocando bem devagar, senti seus testículos tocar na entrada do meu ânus.
Aquele pau finalmente estava todo dentro da minha bundinha. Eu gemia, metade por um sentimento de dor, metade por um tesão doido que aquela situação estava me gerando. Caio começou a colocar e tirar o pau do meu cuzinho, aquela ardência gostosa tomou conta do meu corpo. Esta menina que gosta de um pau no cu - dizia Caio - para me provocar. Então eu respondia “ Enfia este pau no meu rabo”, dizia eu louca de tesão, torcendo para que Caio gozasse logo, afinal eu já estava com o cuzinho ardido.
Alguns segundos depois minhas preces foram atendidas, e Caio gozou dentro da minha bunda, acompanhado por um gemido forte. Parceria que as coisas tinham sido boas pra ele. Eu só sentia o cu ardido. Terminamos e comecei a ficar preocupada com o tempo, afinal minha família me esperava, já tinham ligado algumas vezes no celular. Disse a Caio que precisávamos de ir embora . As fotos que Caio bateu com a minha câmara durante nossa transa, são as lembranças que tenho daquele garoto de 20 anos, que comeu minha bunda naquele verão em Santa Catarina. Quem quiser me escrever, meu e mail é:
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