Eu sou um cultor do amor. Cultivo o amor como arte e como saber do corpo e da alma. Prezo a sobriedade no dia-a-dia. Mas sou Extravagante, Intenso e Criativo no Amor e no Sexo. Desprezo o sexo pelo sexo, o sexo fast food, o sexo de cartilha tipo carta de condução. O sexo só vale qd é intenso, criativo, com alma, exaltante, purificador, animalesco, catártico, e por isso, se torna transcendente e liberta-nos. Por sua vez, o AMOR é DIVINO. Se és assim, entra e partilha blog que é também teu.

MENSAGEM DE BOAS-VINDAS

Eu sou um fanático amante da FELICIDADE. Faço tudo para me sentir feliz e para fazer felizes os que me rodeiam. Não me perco nas pequenas coisas...olho sempre para um horizonte mais longínquo do que o dia de amanhã ou o final do mês ou do ano . Sei que só pertenço ao dia da minha morte e que todos os outros dias que passam não me pertencem ... apenas me realizo neles . Por isso não me perco a observar ou a traduzir o sentido dos detalhes, apenas me interessa a FELICIDADE como resultado final.

Não perco tempo. Aproveito o meu tempo para me realizar no trabalho que amo e para me partilhar, amando e dando-me às pessoas no tempo que me resta para lá do dever . Assim vivo uma vida simples , descomplicada e Feliz.


Amo a Liberdade por isso deixo livre tudo o que tenho... tudo aquilo de que gosto e todos aqueles a quem AMO.


Amo sem sentido de posse , apenas amando , desfrutando o prazer de me entregar plenamente, de me dar integralmente e de contribuir para a felicidade dos outros . Eu nunca quis uma mulher só para mim, nunca fui possessivo, sempre partilhei e partilharei .Eu dou tudo o que tenho e dou tudo o que sou , só assim me sinto FELIZ.

Eu sou irremediavelmente um APAIXONADO. Sou apaixonado pela Vida, pelas fragancias, pela natureza, pela música, pela literatura, pela dança, pelos corpos, pelo mar , pelas praias tropicais desertas , pela paixao , pelo sexo excessivamente intenso, pelo amor, pela beleza .


Faço este " blog" para me divertir e para dar largas a uma tendência compulsiva para o sexo que me deixa ardente a cada momento em que não estou a trabalhar. No fundo , a compulsão para o trabalho e a compulsão para o sexo são duas faces da " minha " moeda. SÓ ASSIM EU EXISTO !


Se quiseres receber e-mail com " postagens" deste blog , deixa-me o teu e-mail :

preto.gostoso2@gmail.com

preto_gostoso2@hotmail.com


Até Sempre e faça-me o favor de ser FELIZ .

Quem sou eu

Eu vivo intensamente tudo o que faço. Trabalho que nem um escravo, fodo que nem um louco, rio-me que nem uma criança com cócegas e danço que nem um desvairado. Eu sou excessivo e ternurento. Sou um cultor do amor. Cultivo o amor como arte e como saber do corpo e da alma. Eu prezo a sobriedade no dia-a-dia. Mas sou Extravagante, Intenso e Criativo no Amor e no Sexo. Desprezo o sexo pelo sexo, o sexo tipo fast food, o sexo de cartilha tipo carta de condução. O sexo só vale a pena quando é intenso, criativo, feito com o corpo e a alma, exaltante, purificador, animalesco, catártico, e por tudo isso, se torna transcendente e liberta-nos. Por sua vez, o AMOR é DIVINO. Se fores assim, igual a mim, então entra neste blog sem bater à porta, transgride, e partilha este espaço que é também teu.( preto.gostoso3@gmail.com)

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

SOU PUTA , INFIEL E AMANTE DE PILANTRA

O namorado da minha filha me fez de puta e infiel

Estávamos passando um fim de semana prolongado no nosso sítio e resolvemos fazer um churrasco para a família e uns poucos convidados. Só por volta das cinco horas de uma tarde ensolarada é que minha filha chegou, muito sorridente, com um novo namorado. Ainda tinha comida, mas o churrasco mesmo já havia acabado.

Meu marido foi até a piscina e me comunicou o fato e eu, a contragosto, saí da piscina e fui ajeitar as coisas para minha filha e seu namoradinho.

Namoradinho que nada! Minha filha estava acompanhada e um homem simpático, corpo perfeito, voz forte e, ainda por cima, muito atraente. Fiquei surpresa com a minha reação àquele homem.

Vi os dois na sala e fui me aproximando sem conseguir desviar o olhar daquele exemplar masculino. Quando ela apresentou ao Marquinhos ele não deu nem tempo para que eu esticasse a mão lhe cumprimentando. Abraçou-me com grande entusiasmo, beijou minhas faces e confessou, sem me soltar, que eu era a sogra mais fascinante de sua vida!

Eu estava só de biquíni e aquele abraço me envolvia inteira. Sentia meus seios carinhosamente amassados naquele peito viril sentindo uma das mãos dando quase toda volta no meu corpo. A outra mão, um pouco abaixo da cintura, tocando bastante da parte superior da minha bunda desnuda por não coberta pelo biquíni, forçava pélvis contra pélvis e eu podia sentir sua pica encostada no meu corpo me permitindo perceber a ereção que se desencadeava.

Enquanto minha filha subia as escadas para mudar de roupa, o Marquinhos, descarada e facilmente, rodou meu corpo me abraçando de costas para ele. Manteve o abraço forte só que desta vez uma das mãos estava espalmada, pressionando e acariciando meu seio e a outra pressionava a parte de baixo de meu corpo me fazendo sentir, na bunda, sua pica já ereta. Falou em um sussurro ao meu ouvido que estava cheio de fome. Mudou de ouvido e me disse que eu era o motivo de seu apetite. Virou-me de frente para ele, pegou minha mão, deposito-a sobre seu membro fazendo-a apertá-lo com a sua mão sobre a minha e disse no meu ouvido que eu batera um recorde, ele nunca ficara excitado tão rápido com nenhuma mulher. Na seqüência disse que me comeria ainda naquele dia e que eu iria adorar ser sua sogra e sua puta.

Mais uma vez rodou meu corpo, me colocando de costas para ele, me deu uma forte palmada e, com voz de comando falou: - Agora, minha putinha, vai lá colocar uma comidinha para mim e sua gostosa filha, ela tinha bem a quem puxar. E eu, calada, fui.

Eu mesma não me reconhecia. Estava trêmula, arrepiada, tesuda, excitada, encharcada, submissa, e louca para ser possuída por aquele homem que desrespeitara minha casa, minha família – meu marido e minha filha, e me tratara como uma vagabunda qualquer. Eu fiquei imaginando tudo que eu deveria fazer para colocar aquele homem em seu lugar e ao mesmo tempo em tudo que eu estava desejando fazer.

Distraída com meus pensamentos não percebi que ele se aproximara. Quando notei, ele estava pegando minha mão e forçando-a a segurar sua pica, dizendo que queria me comer ali e agora para em seguida beijar minha boca com sofreguidão sendo plenamente correspondido e tendo sua pica acariciada apesar de sua mão não mais estar sobre a minha. Quando acabou de me beijar, me deixando com as pernas bambas, virou meu corpo – com que facilidade ele fazia aquilo – e deu outra palmada no outro lado de minha bunda recomendando que eu vestisse uma saia senão iam ver os dedos dele marcados na minha deliciosa bunda.

Desta vez olhei para ele fingindo raiva e já pensando em revidar, mas ele me deu outro delicioso beijo e ao acabar prometeu que nem a minha bundinha iria escapar. Saiu da cozinha e subiu aos pulos a escada para encontrar minha filha que lhe chamava.

Fiquei aflita. Nunca sentira tanto tesão. Eu estava ansiosa para trepar com aquele homem. Estava me sentindo uma puta. Mais de vinte anos de casamento sem nem pensar em trair meu marido que eu tanto amava e aquele homem chega, de repente, e esculhamba todos meus alicerces, minhas arquiteturas de casamento, de família... Como eu estava querendo trepar com ele, como estava odiando (e amando) tudo isso.

Lembrei do que ele disse e coloquei a carne no microondas para esquentar e subi correndo para meu quarto para colocar uma saia. Entrei no quarto, abri o guarda-roupa e olhei no espelho as marcas que ele deixara na minha bundinha. Encostei o dedo e senti um arrepio sair da minha buceta e se espalhar no meu corpo. Eu estava doida. Vi-me escolhendo uma saia rodada, tipo estudante, e vesti por sobre o biquíni. Desci correndo para servir o almoço para o casal e ver aquele homem de perto outra vez!

Na cozinha minha filha terminara meu trabalho e os dois estavam comendo. Marquinhos perguntou se podia me falar um segredo sobre o churrasco e minha filha sorrindo (e inocente) disse que sim. Ele, fingindo segredo, levantou-se e veio me ordenar falando sério, mas baixinho em meu ouvido. Tira esse biquíni aqui e agora, quero você sem calcinha enquanto eu estiver aqui. Se não me obedecer vou embora agora. Quando se afastou perguntou a minha filha quem era o churrasqueiro. Ela disse que era o pai e ele rindo disse que eu podia contar a ele o elogio que fizera. Enquanto eu ria, trêmula, dizendo que ele achara maravilhoso como o das mais famosas churrascarias, soltei os laços do biquíni que eram mais alto que a saia e puxei o biquíni por trás para espanto da minha filha. Ela ficou tão espantada que dei uma desculpa para sair correndo dali e disse, ao final, que estaria tomando um banho no meu quarto. Não sei se colou, mas eu tinha que obedecer àquele homem.

Neste momento os amigos saíram praticamente todos juntos, meu marido foi para sala ver televisão, e já tinha bebido tanto que adormeceu rapidamente. A noite caia e eu fui molhar as plantas ao redor da varanda dos fundos. Marquinhos sentou na varanda, próximo a janela, e ficou ora vendo televisão ora conversando com minha filha, que estava na sala e ora olhando descaradamente para mim.

Minha filha me chamou para ver um trecho interessante do repórter e eu encostei-me à janela. Assim que eu encostei-me à bendita – ou maldita – janela a mão do Marquinhos subiu pelo interior das minhas coxas e passaram a acariciar toda a vulva tão deliciosamente que sem perceber escancarei as pernas para facilitar as carícias. Eu tentava manter os comentários sobre a notícia com minha filha enquanto seus dedos entravam por dentro de mim no cu e na buceta e ainda conseguiam dedilhar meu clitóris me enchendo de excitação e de prazer.

As pernas tremiam, o corpo se arrepiava e eu queria mais e mais. Meu marido (dormindo) e minha filha cara a cara comigo só faziam estimular ainda mais a minha libido e toda minha vergonha, meu acanhamento, não existiam naquele delicioso momento. Eu estava quase ofegante. O orgasmo se aproximava. Eles iam notar e veio um desespero enlouquecedor. Eu não queria sair dali. Eu não podia continuar ali.

Veio o intervalo minha filha levantou e veio até a janela dizendo que ia dormir e chamando o Marquinhos. Sem parar de me tocar ele levantou dizendo que ia ficar mais um pouco me fazendo companhia e vendo a TV. Quando ela se aproximou ele deu-lhe um beijo maravilhoso e apaixonado pela janela. Durante o beijo ele se dedicou exclusivamente a minha vagina movendo dois dedos dentro de mim deliciosamente fazendo o orgasmo se anunciar premente. Que loucura! Ele beijando minha filha enquanto fazia sua mãe gozar como adolescente.

Ela me deu um beijinho no rosto e me pediu para não abusar da companhia dele, rindo! Será que ela notara algo! Ela, espreguiçando, subiu para o quarto. Assim que a porta do quarto se fechou eu não resisti e deixei o orgasmo se instalar, mas Marquinhos tirou sua mão e, por trás de mim, invadiu, com seu caralho potente, minha vagina inteira. Eu me senti totalmente preenchida, minhas carnes sendo forçadas para se adaptar ao tamanho daquela pica, maior, mais dura e mais grossa que a do meu marido. Eu estava indo do paraíso ao inferno e voltava ao paraíso, foi indescritível o conflito de sentimentos e sensações. Eu ofegava, a respiração perdera todo ritmo.

O louco do Marquinhos tirou tudo, quando eu tentei fugir ele me manteve na janela e enfiou novamente aquilo tudo vagina adentro passando a bombear feito louco. Gozei imediatamente. Foi um orgasmo delirante. Mordia minha mão para suportar tudo aquilo sem emitir nenhum som comprometedor. Que vontade de gemer, gozar, me liberar e curtir aquilo tudo por inteiro.

Assim que Marquinhos percebeu que eu já tivera meu orgasmo disse no meu ouvido que era só o começo, que ele ia me deixar assada de tanto fuder. Arrumou o short e voltou a sentar. Eu não tinha condições de dizer uma só palavra, meu corpo inteiro ainda era só prazer e medo, muita adrenalina e orgasmo juntos.

Arrumei a mangueira e quando entrava em casa Marquinhos me estendeu sua mão, pegou a minha, me levantou e me levou até a mesa. Afastou a cadeira da cabeceira, me fez sentar na mesa e começou a me beijar todo o rosto com muito afeto. Eu fingia tentar resistir. Logo estávamos nos beijando na boca e ele descia para o pescoço, lambia minha orelha e eu estava preocupada com meu marido ali tão perto, mas não conseguia conter minha respiração acelerada pelo tesão.

Num lampejo de arrependimento eu realmente esbocei uma reação de fugir daquele homem, mas um beijo na boca sentido aquele pênis roçando entre minhas pernas me dissuadiram de qualquer tentativa eficaz.

Meus seios foram sugados com maestria e eu estava experimentando um prazer já esquecido. Estava em devaneio. Todos os homens que namorei na adolescência voltavam a minha mente, eu estava namorando. Ele desceu um pouco mais e eu já sentia sua respiração na minha virilha quando ele tomou meus pés chupando cada dedo e se dedicando em me acariciar inteira. Foi subindo por minhas pernas, sentou na cadeira de frente para o meu corpo e continuou me beijando e me levou ao delírio, um sublime delírio, ao beijar meu clitóris, brincando com a língua sobre ele por longo momento.

O delírio foi se transformando lentamente num orgasmo que se anunciou e foi chegando devagar e foi se instalando e intensificando na medida em que aquela boca deliciosa passeava pela minha vulva, pelo rego, tentando invadir meu cu e minha buceta.

Deixei meu corpo deitar totalmente na mesa, ergui e arreganhei minhas pernas mantendo-me assim até que o clímax me desnorteou me fazendo perder a noção dos fatos e só percebi a mudança de situação quando aquela pica lentamente passou a rasgar minhas carnes lenta e decididamente.

Meu marido dormia a menos de dois metros, mas não resisti e, baixinho, comecei a gemer e arfar. De repente meu marido parou de roncar e aquilo me assustou, mas Marquinhos não perdoou e movimentava-se deliciosamente dentro de mim quase me levando a um orgasmo. Peguei-me gemendo e resmungando desnorteada:

- Dorme meu corninho.

- Me deixa curtir esse gozo com meu macho, corninho.

- Volta a roncar, corninho filho da puta!

- Corno babaca, para de me atormentar e ronca.

Parece que meu marido ouviu minhas súplicas e voltou a roncar, mas eu perdi definitivamente aquele gozo que prometia ser divino.

Marquinhos decidiu mudar as coisas e saiu nu, caralho ereto, em direção à cozinha voltando com a pica brilhando e com um copo de água. Bebeu um gole, me ofereceu um gole, pôs o copo no aparador, encostou-se ao meu rabo e com uma pressão decidida alojou aquela cabeçorra no meu cu. Instantes depois eu estava gemendo, sentindo meu cu rasgando, ardendo e querendo mais. Era um prazer inusitado. Dar o cu sempre me incomodara, mas com esse macho estava confortável e prazeroso.

Mais uma vez eu não me continha e os gemidos aconteciam baixinhos, mas a vontade era gritar de prazer. O orgasmo já se anunciava, meus músculos vaginais e anis se contraiam e relaxavam a minha revelia. Puxei Marquinhos para junto de mim e pedi: - Me faz gozar como uma verdadeira puta.

Ele balançou a cabeça afirmativamente e tirou o caralho de dentro de mim indo deitar com a pica ereta no tapete ao lado do sofá onde marido dormia. Dali me chamou e eu sabia que não ia negar e nem tentei fazer charme. Fui até ele e ele me fez cavalgar naquela pica de frente para o meu marido. Quando eu já estava com a pica toda dentro da minha vagina ele surgiu, não sei de onde, com um vibrador grosso, ligou o bicho, e foi enfiando cu adentro, levantou um pouco meu corpo e bombeou numa velocidade alucinadora fazendo instantaneamente um alucinante e delicioso orgasmo se alojar nas minhas entranhas.

Eu gozando e ele pedindo em sussurros que eu acariciasse meu marido, beijasse a boca do corninho, agradecesse ao corninho por ele deixar que eu virasse uma puta na frente dele. Eu pensava que aquele homem maravilhoso já me dera meu melhor gozo, mas estava enganada. O orgasmo que eu experimentava agora era lancinante, permanente, medonho, se espalhava por todo meu corpo como uma onda de calor, frio, arrepio, me tirava o juízo e eu comecei a cariciar meu marido agradecendo sem fôlego: - Obrigado corninho, muito obrigado amor!

Sem criatividade por conta daquelas arrebatadoras e inusitadas sensações eu me entregava a todos os caprichos daquele homem. Quando o gozo estava arrefecendo ele começou a fustigar o vibrador no meu cu em compasso com seu caralho alojado na vagina e me excitava humilhando-me com palavras:

- Puta hipócrita. Você goza comigo, namorado da sua filha, e proíbe que ela faça sexo nesta casa em respeito a você a ao seu marido. Safada, vagabunda, que respeito você tem pelo seu marido. Trepou com o primeiro homem que tentou te comer, na casa do seu marido, na frente do seu marido bêbado, acariciando ele.

- Tem mais, se você quiser continuar a ser minha puta vai acordar este corno e fazer trepar contigo agora, logo depois de eu esporrar em você. Vai fazer ele te chupar, comer essa buceta arrobada e eu vou assistir tudo ali da cozinha.

Acabou de falar e me levou ao delírio gozando na minha buceta, deixando-me encharcada, repleta de porra quente. Quando saiu de dentro de mim me fez limpar aquela piroca com a boca – e eu limpei com extremo prazer.

Ele levantou me jogando para o lado, pegou as roupas e foi para a cozinha sendo seguido por mim. Na cozinha voltou a me namorar, a acariciar meu corpo e mais uma vez eu estava com apetite para o sexo. Cruzes, eu raramente transava com meu marido e naquela tarde e noite eu trepei mais do que nos meus últimos meses e estava querendo mais. Quando ele percebeu que eu estava totalmente pronta e entregue para o sexo me orientou:

- Acorde seu marido, diga que teve um pesadelo e conte a ele, como se fosse o seu pesadelo, tudo que aconteceu entre nós desde que eu cheguei – com detalhes, não esqueça. Depois confesse que o pesadelo te deixou excitada e comece a comê-lo ali mesmo, no sofá. Vou assistir tudo daqui, que vê-lo realizado com a putinha que ele tem em casa.

Mas isso vai ficar para outro relato.


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Maria Boqueteira - Dominada Pelos Instintos

Dominada Pelos Instintos


Oi pessoal, andei meio sem tempo para escrever por aqui, mas finalmente consegui um tempinho para compartilhar com vocês mais uma aventura. Essa também é das antigas, aconteceu em uma época que eu estava solteira e curtindo muito a solteirice. Foi um momento muito especial da minha vida, uma daquelas fases em que a gente se sente um espírito livre.

A história começou numa balada de meio de semana, o primo da Gisele, minha comparsa de balada, tinha uma banda de rock e eles iam tocar em uma casa de São Paulo. Adoro show de rock, pra mim é a melhor balada que tem! Além disso eu já conhecia o primo da minha amiga e sabia que ele era gatinho e tinha vários amigos gatinhos também.

Caprichei na produção – calça preta justinha, daquele tipo que deixa as curvas em evidência, uma blusa roxa meio soltinha que deixava a cintura um pouco de fora com um top preto por baixo e uma sandália de salto bem alto e fino.

Fomos pra balada um pouco mais cedo porque a Gisele queria falar com o primo dela antes do show, por isso quando chegamos lá ainda estava um pouco vazio e a Gisele quis ir até o camarim conversar com os meninos. O camarim estava o maior buxixo! Além dos meninos da banda tinha um monte de amigos jogando conversa fora e esperando a casa encher e o show começar.

Foi nessa hora que eu cruzei os olhos com O CARA daquela turma. O CARA era o Dado, um fotógrafo amigão do primo da Gi que as vezes aparecia nos programas da turma. Eu já tinha encontrado com ele algumas vezes mas ele parecia estar sempre meio trabalhando, era um cara mais compenetrado e tinha um olhar sério que me desconcertava sempre. Ele nunca pareceu me dar muita bola mas só de olhar pra ele meu sangue fervia e naquele dia ele estava ainda mais imperdível.

O Dado era alto e tinha um corpão daqueles de tirar o fôlego, não exageradamente musculoso mais com tudo definido do jeito certo. Ele era moreno e tinha cortado os cabelos, que antes eram bem compridos e agora estavam com aquele estilinho curto despenteado, ele tinha um jeitão bem descolado. Fora tudo isso ele usava cavanhaque, coisa que me tira do sério só de pensar! A Gisele até brincou comigo uma vez dizendo que eu tinha que tentar olhar pro cara por trás do cavanhaque, mas eu simplesmente não consigo. É mais forte do que eu!!!

A conversa no camarim estava animada mas conforme a casa foi enchendo as pessoas foram indo aproveitar a balada. A Gi foi também mas eu resolvi que enquanto o Dado estivesse lá eu ia ficar. Eu queria (na verdade eu PRECISAVA) abrir uma brechinha naquela defesa dele, aquele jeito sério estava me enlouquecendo e eu resolvi que daquele dia não passava.

Quando chegou perto da hora do show só tinha sobrado no camarim os meninos da banda, o Dado e eu. Os meninos resolveram ir checar os instrumentos e foram saindo. O Dado foi o último a sair, eu estava meio encostada na porta e tentei ficar um pouco na passagem mas ele me olhou sério e me pediu licença, eu me mudei de lugar só um pouquinho, o suficiente pra ele não conseguir passar sem encostar em mim. A hora que ele encostou no meu corpo foi quase uma descarga elétrica de tão fissurada que eu estava.

Eu não podia acreditar que ia perder a chance de ter alguns minutos sozinha com ele!!! Mas eu não podia fazer nada então respirei fundo e saí também. No meio do caminho ele resolveu voltar pro camarim, parece que ele tinha esquecido uma lente da câmera ou alguma coisa parecida. Naquele instante eu vi a oportunidade passando e não quis perder de jeito nenhum, quando ele entrou no camarim eu entrei junto e fechei a porta. O olhar de surpresa dele só fez aumentar a minha determinação, aproveitei que ele não estava com a câmera nas mãos e avancei certeira para roubar aquele beijo que eu já tinha fantasiado tanto. O cara realmente foi pego de surpresa mas não demorou pra ele corresponder o beijo com o mesmo calor que eu estava sentindo, ele me agarrou pela cintura com força e eu senti o corpo todo dele enrijecendo, passei a mão na nuca dele e senti os cabelinhos se arrepiando. Foi um beijo cheio de eletricidade, meu corpo inteiro pulsava e a ânsia por sentir o toque daquelas mãos e a força daquele corpo simplesmente tomou conta de mim. Quando eu percebi, eu estava levantando a camiseta dele com um senso de urgência que eu não sabia de onde tinha vindo.

Nesse momento ele parou, segurou as minhas mãos com firmeza e gentilmente me afastou um pouco. Eu mal conseguia respirar e quando olhei pra ele, ele estava muito, mas MUITO sério. Não preciso falar que aquilo só me enlouqueceu mais! Eu estava totalmente em ebulição e ele continuou me olhando por intermináveis segundos como se estivesse esperando eu esfriar. Quando ele resolveu quebrar o silêncio, o tom de reprovação quase me cortou em duas.

- Menina, você tem idéia do que está fazendo! Eu estou aqui trabalhando e você resolve me enlouquecer desse jeito! Pelo amor de Deus EU NÃO POSSO fazer isso agora!

Eu sei que isso devia ser um balde da água fria, mas só me deixou mais ligada. Me aproximei de novo e roubei mais um beijo. Mais uma vez ele me afastou.

- Por favor Suzana, não faz isso comigo hoje! Eu tenho que trabalhar e do jeito que você está me deixando não vai sair uma foto decente desse show!

Ele abriu a porta do camarim e falou olhando bem sério nos meus olhos:

- Eu tenho que ajeitar meu equipamento e o show vai começar.

Não tinha jeito, ele estava me mandando sair e, embora eu estivesse totalmente fissurada no cara, percebi que naquela hora eu não ia conseguir mais do que eu já tinha conseguido. De qualquer jeito fiquei feliz porque se eu tinha conseguido perturbar ele tanto assim, alguma hora a coisa ia evoluir. E eu ia fazer ser logo!

Naquela noite aproveitei o show e depois quase não vi mais o Dado. Precisei de muuuuuita cerveja gelada pra esfriar um pouco e mesmo assim quase não consegui dormir de tanto tesão. Só consegui relaxar depois de bater uma siririca frenética e gozar loucamente só lembrando daquele beijo.

No dia seguinte atazanei a Gi um montão até ela conseguir pra mim o telefone e o e-mail do Dado. Liguei pra ele na hora mas só consegui a caixa postal. Depois de tentar algumas vezes resolvi deixar um recado.

- Oi Dado, é a Suzana. To super curiosa pra ver se as fotos que você tirou do show ficaram boas. A gente podia se encontrar, você me mostra as fotos, a gente toma alguma coisa... Me liga!

Quase não acreditei que eu tinha tido coragem de chamar o cara pra sair assim na cara dura, mas aí eu pensei “agora já foi, tomara que pelo menos ele me ligue de volta”.

Pra minha sorte ele ligou, mas a saída não foi assim tão fácil de conseguir. Foram quase duas semanas trocando e-mails e telefonemas, fazendo insinuações e jogando charme até que eu consegui marcar um fim de tarde pra conhecer o estúdio dele e ver as fotos do show.

Santo Deus! Acho que foi a escolha de roupa mais sofrida da minha vida! Era uma visita de fim de tarde meio sem compromisso, não queria chegar lá parecendo uma perua louca, mas também não queria parecer desencanada demais... Umas 15 trocas de roupa depois, acabei saindo de casa com “A” calça jeans, uma blusa preta justinha com os ombros a mostra, soutien de alcinha vermelha e sapatos vermelhos de salto alto.

Toquei a campainha do estúdio tremendo de excitação. O Dado abriu a porta e me deu o “oi” mais formal da face da Terra, mas em vez do olhar sério de sempre percebi uma certa ironia, um sorriso meio disfarçado... Percebi que ele queria jogar um pouco, ele queria ver até aonde eu ia levar a história de conhecer o estúdio e ver as fotos. Fomos entrando e ele foi me mostrando a casa, o jardim, a sala de reunião, a sala dos outros fotógrafos que dividiam o estúdio com ele (CARAMBA, ESSA CASA NÃO ACABA NUNCA!!!!), ele começou a me mostrar as ampliações de fotos bacanas penduradas nas paredes e explicar cada uma, quem tinha feito... Eu podia OUVIR o meu sangue fritando mas resolvi que ia agüentar o máximo que eu podia e fui fazendo cara de interessada pra cada explicação que ele me dava, mas por dentro tudo que eu queria era chegar logo na sala dele.

Finalmente entramos na sala dele e ele foi logo ligando o computador e começou a falar das fotos do show, que a luz não estava muito legal mas que ele tinha conseguido algumas fotos boas etc. Eu continuei fingindo interesse mas fui me colocando cada vez mais perto dele, até que chegou uma hora que eu estava totalmente debruçada no computador entre ele e a bancada, podia sentir o corpo dele por trás do meu, dei aquela esbarrada “sem querer” e percebi que ele estava de pau duro. Ele debruçou por cima de mim fingindo mostrar alguma coisa no monitor (a essa altura eu juro que eu não estava mais prestando atenção em nada), eu elogiei as fotos, ele agradeceu... Eu não conseguia nem respirar mais de tão forte que o meu coração batia. Só consegui falar uma última frase.

- Sabe, acho que eu gosto de TUDO o que você faz...

A resposta veio sussurrada no meu ouvido

- Ah! É mesmo?

- Humhuum...

Senti um beijo quente e delicioso na minha nuca e aquelas mãos maravilhosas me segurando com força por baixo da camiseta.

- Sabe que tem um monte de coisa que eu sei fazer e que ainda não te mostrei?

MEU DEUS!!! Eu não conseguia nem responder!!! Só queria sentir aquelas mãos me apertando e aquela boca descendo pelas minhas costas! Quando ele tirou minha camiseta e me puxou pra mais perto senti o corpo todo dele queimando e deu pra sentir o poder da rola dele forçando o zipper da calça. Fui invadida por uma sensação que conheço bem, é um calor que sobe pelo meu pescoço e vira um formigamento na boca que me domina de um jeito que eu não consigo escapar. Eu PRECISAVA chupar aquele cassete! Sentir ele todo na minha boca. Virei de frente pra ele e sem dizer uma palavra ajoelhei aos pés daquele homem delicioso.

O pau do Dado era absolutamente incrível, grosso e duro feito pedra, apontado pra minha boca pedindo pra ser engolido. Avancei com tudo, quase não consegui engolir ele todo, fui lambendo, beijando e chupando até sentir ele todo na minha boca, a cabeça encostando no fundo da minha garganta. O Dado me segurava com força pelos cabelos, gemia de um jeito delicioso e me chamava de filha da puta.

Já contei pra vocês o quanto eu gosto de pagar um boquete, mas chupar o Dado era simplesmente de outro mundo, o pau dele combinava com a minha boca de um jeito que não consigo explicar e a forma como ele reagia só me deixava com mais vontade de continuar. Tenho que admitir que o Dado foi a chupada mais “encaixada” que eu já dei na vida, até hoje gozo feito uma louca só de lembrar das chupadas que eu dei nele.

E aquela chupada foi quase histórica! E se transformou em um meia nove tão incrível quanto, foram momentos tão intensos que fica até difícil descrever aqui pra vocês. Sentir a língua do Dado me explorando, aquelas mãos me segurando pelos quadris com firmeza e ao mesmo tempo aquele cassete maravilhoso enchendo minha boca inteira me fez quase explodir. Gozei feito uma louca como poucas vezes eu gozei na vida.

Eu estava totalmente entregue e pra ele a coisa ainda estava só começando, depois que eu gozei ele foi diminuindo a intensidade das carícias, começou a beijar minhas pernas, a barriga os meus seios... como se quisesse me fazer amornar um pouquinho, só o suficiente para me dar tempo de me recuperar e conseguir respirar de novo.

Me acalmei por um tempo, aproveitando aquelas caricias tão deliciosas, mas não demorou pro meu sangue começar a ferver de novo. Em pouco tempo eu já estava gemendo desesperada implorando pra ele me foder. Depois de muito implorar pra sentir aquela rola entrando na minha boceta ele sussurrou no meu ouvido.

- Quer foder essa boceta quentinha, vadiazinha safada?

- Quero muito!

- Não ta me convencendo!

- Por favooooooor, me fode, por favooooooooooor!

- Ainda não tenho certeza se é isso que você quer de verdade...

- Peloamordedeus! Deixa eu sentir você me invadindo! Você está me deixando louca! Desse jeito vou explodir!

- Então vem aqui, senta no meu pau e fode sua boceta do jeito que você quer!

Ele deitou de costas no sofá-cama que tinha no estúdio e ficou me olhando com uma cara meio irônica, como se estivesse me desafiando a ir lá e fazer o que eu estava com vontade. SANTO DEUS COMO AQUILO ERA SEXY!!!!! Quando eu montei no pau dele, meu corpo formigava inteiro de tanto tesão, sentir aquele pau entrando na minha boceta e me alargando sem piedade foi a glória.

Aí começou a foda mais intensa que eu já vivi. O Dado segurava meu corpo com força e íamos alternando momentos mais frenéticos com horas mais tranqüilas. Estávamos os dois encharcados de suor, nossos corpos colados se movendo juntos, eu com os dedos enterrados nos cabelos dele, o gozo invadiu meu corpo em ondas e eu gritei feito uma cadela com ele me invadindo com força. Meu corpo amoleceu inteiro mas o Dado parou só por alguns instantes e já voltou a me beijar de um jeito super intenso e a me foder bem devagarinho. O calor voltou a me invadir, o meu corpo todo estava super sensível e cada toque dele me levava a loucura, eu ofegava muito e parecia que meu coração estava batendo dentro dos meus ouvidos.

PLAFT! Senti uma palmada estalada na minha bunda! Foi como um choque que percorreu todo o meu corpo, o lugar aonde a mão dele acertou ficou quente e ardido na mesma hora. E logo veio a segunda e a terceira...

- Fode essa boceta sua vadia! Não era isso que você queria? Mostra pra mim o quanto você gosta de ser fodida!!!

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT!!!

- Grita pra mim sua puta! Eu sei que você está gostando!!!!

E eu tava MESMO!!! Apanhar assim é uma coisa que realmente me tira do sério só que eu não achava que pudesse rolar logo na primeira transa com alguém. Normalmente isso leva tempo e precisa de um pouco mais de intimidade, só que a química entre eu e o Dado era uma coisa de outro mundo, era como se um adivinhasse o que o outro desejava e a transa fluía incrivelmente intensa.

Continuei cavalgando naquele cassete maravilhoso, apanhando e ouvindo as coisas deliciosas que ele me falava. A cada palmada que eu levava meu corpo todo vibrava, era como se estivéssemos conectados por uma corrente elétrica. Não demorou para eu gozar de novo de um jeito mais intenso que a primeira vez, mas o Dado continuou me provocando e me fodendo e só ficou satisfeito quando conseguiu arrancar de mim as últimas gotas das minhas forças com uma terceira gozada ainda mais arrebatadora.

Fiquei totalmente fora do ar por pelo menos meia hora, completamente prostrada. Sei que ele deitou do meu lado, mas só voltei a perceber o mundo ao meu redor muito tempo depois. Mas a noite ainda não tinha acabado! Muitas sensações incríveis ainda me esperavam...

Tomamos quase um litro de refrigerante e conversamos muito, era com se nós nos conhecêssemos ha muitos anos e ao mesmo tempo fomos descobrindo coisas um do outro. Aquele calor intenso que eu sentia tinha abrandado um pouco, mas cada vez que ele tocava no meu corpo durante o papo eu sentia um calafrio. Era como se tivesse um animal selvagem dentro de mim, adormecido mas despertando um pouco a cada toque.

Percebi que o Dado se sentia da mesma forma porque os toques esporádicos foram se tornando carícias intencionais e a coisa foi esquentando de novo. Era impressionante o tanto de energia que a gente ainda tinha acumulada mesmo depois de uma experiência tão intensa.

Ele parou um momento falou me olhando nos lhos daquele jeito sério que me transtornava tanto:

- Queria fazer uma brincadeira com você. Confia em mim?

- Humhuum

Ele pegou meus pulsos com muito carinho e juntou os dois em cima da minha cabeça, foi beijando meu pescoço, meu colo, os meus seios... se dedicando a cada pedacinho como se fosse ficar ali pra sempre. Ele pegou alguma coisa ao lado dele e com toda calma do mundo amarrou as minhas mãos na armação do sofá-cama. Olhei pra ele um pouco surpresa, ele me deu um longo beijo e sussurrou no meu ouvido:

- Confia em mim!

A expectativa e a excitação por estar naquela posição totalmente entregue, tomaram conta de mim, meu sangue começou a correr mais rápido, minha pele reagia, sensível ao toque mais suave. O Dado começou a curtir o prazer de me ter na mão.

Começou me beijando devagar e foi alternado as caricias de um jeito enlouquecedor. Ele ia beijando, mordendo, tocando meu corpo... as vezes bem de levinho, outras com mais intensidade. Eu gemia e me contorcia de prazer a cada surpresa e ele me tocava como se eu fosse um instrumento. Depois de um tempo ele parou e ficou só me olhando, meu peito arfava com a respiração difícil, eu me sentia borbulhando e ele me olhava super sereno, como se estivesse admirando o fenômeno.

Ele acendeu um cigarro e repetiu olhando no fundo da minha alma:

- Confia em mim!

Eu não tinha a menor condição de responder, só o esforço de respirar já parecia grande de mais, simplesmente me entreguei quando ele aproximou a brasa do cigarro do meu corpo. Ele não chegava a encostar mas passeava com o cigarro bem pertinho da minha pele. Eu podia sentir o calor se aproximando e se afastando conforme a vontade dele, nos mamilos, no colo, na barriga, na parte interna das coxas, de volta para os seios e para o pescoço... as vezes ele parava e dava uma longa tragada, depois começava tudo de novo, assim ele fumou o cigarro inteiro. Eu sentia meu corpo incandescente como aquela brasa, era um turbilhão de emoções, a expectativa pelo que estava por vir, o tesão enlouquecedor, o fato de estar totalmente exposta e entregue pra ele...

E ele aproveitou a minha entrega como se quisesse saborear até a última gota do que eu estava dando. Quando ele aproximou a boca da minha boceta já toda molhada eu quase explodi de tesão. Era a segunda vez que ele me chupava aquela noite e ele conseguiu fazer de um jeito ainda mais maravilhoso! A língua dele me explorava e os dedos também, senti ele enfiando um dedo dentro de mim, depois o segundo e o terceiro, senti eles se movendo lá dentro, me abrindo, me alargando. Depois ele passou a dar atenção ao meu cuzinho, ele alternava a língua e os dedos, me invadindo, primeiro devagar depois mais rápido, aí voltava a chupar minha boceta. Assim ele me levou até a beira da minha quinta gozada daquela noite, eu gritava e me contorcia feito uma louca e quando eu estava quase gozando ele parou, me deu um longo beijo e falou baixinho no meu ouvido:

- Você vai gozar de novo, sim. Mas vai ser com o meu pau enterrado até o fim nesse seu rabinho delicioso! Empina essa bunda gostosa pra mim!

Eu ainda estava amarrada, ele me virou de bruços, deu duas belas palmadas na minha bunda e começou de novo a brincar com os dedos no meu cuzinho. A expectativa estava me matando, o pau do Dado era bem grande e eu sabia que não ia ser fácil tomar aquela rola toda no meu rabo mas era a coisa que eu mais queria naquele momento. Era como se eu sempre tivesse desejado aquilo, sentir ele entrando no meu cú e me abrindo toda.

- Fode logo meu cú! Por favor!

- Mas já? Eu ainda to me divertindo assim!

- Não agüento mais! Eu preciso sentir você dentro de mim!

- Ah, que delícia!!! Vou foder esse seu cuzinho como você nunca sentiu!

E ele fodeu mesmo! Começou aos poucos mas logo estava enterrando o cassete inteiro no meu rabinho apertado. Ele tirava inteiro e depois metia de novo todo de uma vez. Era uma sensação incrível! Eu já estava tão sensível depois de tudo que ele tinha feito comigo que tomar aquela enrabada era o grand finale. Cada estocada dele me abria mais um pouco e me deixava mais enlouquecida. Eu gritei e gemi desesperada enquanto ele me possuía com a intensidade de um animal e o gozo explodiu no meu corpo no momento em que ele gozou com a rola enterrada bem fundo dentro de mim. Toda a energia represada até aquele momento se dissipou em uma fração de segundo e nós simplesmente desabamos.

Aquela noite foi única, cheia de momentos memoráveis! Tivemos muitas outras juntos e cada uma delas ocupa um lugar especial na minha memória, mas aquela primeira foi uma explosão difícil de explicar.



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Eu Era Tímida e Nasceu uma Puta

Oh Tímida !!

E nasce uma puta !



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E nasce uma puta

Morava em uma casa muito pequena, dormíamos meus irmãos e meus pais no mesmo quarto, era inevitável que nós não ouvíssemos os gemidos de papai, toda vez que tinha relações com mamãe. Comecei a fazer sexo ainda cedo, nem tinha meus 15 anos, a primeira vez por curiosidade, pois eles gemiam de uma maneira tão ardente que parecia ser realmente bom o que eles faziam.

Já a segunda vez foi por querer, estava namorando um rapaz que era lindo, moreno, olhos claros, músculos bem trabalhado, e tinha uma pegada que fazia qualquer mulher desejar ir para cama com ele, sem convite e sem nada.

Quando ele me beijava eu ficava hipnotizada, deixava-o percorrer meu corpo todo com suas mãos, delirava de tesão quando ele tocava meus seios, era muito bom, Até que surgiu a oportunidade, ele me convidou para passar o fim de semana na casa de praia dele, e eu aceitei na mesma hora,

No dia da viagem nós já fomos no maior amasso dentro do carro mesmo, eu passava a mão no corpo dele, beijava-o no pescoço, na boca, em todos lugares.

Chegamos na casa, o calor estava forte, ele me chamou para tomar um banho, e eu subi, já estava no banheiro pelada, quando ele entrou, me perguntando se eu queria companhia, e eu, mesmo sem graça, pois até então nós nunca tínhamos estado tão próximos, disse que sim, e ele entrou.

Ele ensaboou minhas costas, meu pescoço, e começou a roçar o cassete dele em mim, eu tinha vontade mas não tinha coragem de olhar, mas pelo que sentia, o cassete dele era imenso, fui ficando com muito tesão, uma vontade de trepar irresistível, virei para ele e o beijei, descendo minha mão para aquele cassete lindo, massageando a cabecinha, depois o membro todo, e ele me correspondeu, passou a mão na minha xana, e beijando minha boca, minha orelha, me deixou louca, eu simplesmente desci e meti a boca no pau dele, passei a língua na cabecinha, depois no pau dele todo, coloquei quase tudo dentro da boca e fui sugando, mamando aquela maravilha, ele gemia, me chamava de gostosa, de putinha, e me deixava ainda mais excitada, eu mamava mais e mais até que senti ele ia gozar, ele tirou o pau da minha boca e bateu uma punhetinha na minha cara, falou delirante...abre bem a boquinha abre, abre putinha que eu quero gozar, e veio o primeiro jato de porra, que se espalhou por todo o meu rosto, minha boca e meus cabelos, foi maravilhoso.Acabamos de tomar banho e fomos para o quarto.

Ele me jogou em cima da cama e deitou em cima de mim, me beijou, disse que estava apaixonado, passou a língua no bico do meu seio, e depois na minha barriga, e foi descendo até as minhas coxas, ele abriu a minha perna e meteu a língua na minha xana, naquele momento eu quase gritei, foi uma sensação tão boa, eu ma abri toda para ele, queria que ele nunca parasse de me chupar, ele me lambia, ele me sugava, eu gozei na língua dele, pois era a primeira vez que alguém me chupava, e que eu chupava alguém.

Tomei outro banho para me refrescar e voltei para cama, ele estava lá, com o cassete empinado, me esperando, ele me jogou na cama e enfiou o cassete na minha boca, mandou que eu mamasse, e ao mesmo tempo me pôs com a xana na cara dele e me chupou, fizemos um 69 delicioso, quando não agüentávamos mais de tesão ele se virou, eu sentei em cima do pau dele e cavalguei, cavalguei em cima daquele cassete gostoso, rebolei em cima dele gostoso, ele gemia, ele me chamava de gostosa, e eu mexia ainda mais até que senti que ia gozar, comecei a gemer, e disse a ele que eu tava gozando, ele mais que depressa me disse, aí como você é gostosa, vou gozar também, vai mexe, mexe que eu to gozando, ai, como foi bom, eu nunca tinha feito aquilo, foi uma experiência fantástica, que me iniciou a vida de libertinagem, hoje sou prostituta porque gosto, não por dinheiro, adoro fuder.

Ninfetinha Safada

Aceito comentários, dêem notas tá!!

MARAVILHOSA CRIATURA


Chamou até pela santa

Marisa era uma boa amiga da faculdade, boa no sentido mais amplo da palavra. De cabelos negros e lisos, porém pele bem clara. Coxas e seios fartos com uma linda auréola, e bico do peito, na cor rosa. Estava sempre de alto astral.

Quando nos conhecemos, cada um tinha o seu próprio relacionamento, porém éramos amigos de trocar confidências e sabíamos bem da vida um do outro. Por muito tempo fui seu confidente, vários problemas ocorridos na sua vida - como um estupro, a separação dos pais, o fato dela ter sido criada pela avó, etc - ela sempre me confessou. Ocorre que, coincidentemente, nossos relacionamentos foram rompidos próximos um do outro. Conclusão, para nos consolarmos, começamos uma “amizade colorida”.

Eventualmente, viajávamos juntos, passamos um Natal juntos, etc. Tudo sem compromisso, sempre regado com um bom vinho e excelente sexo. Sem dúvida dávamo-nos muito bem sexualmente. Logo na primeira vez que ficamos juntos ela me surpreendeu pedindo com uma voz meiga de fazer dó:

- Bota na minha bundinha!.

Bundinha, como se diz na Língua Portuguesa, era eufemismo! Ela tinha um poderoso e cobiçado rabo, uma rosquinha “caliente” e a safadinha gemia que só vendo enquanto tomava naquela “bundinha”.

Certa vez, pediu que eu a levasse até o aeroporto no domingo para uma viagem a trabalho. Combinamos de eu passar mais cedo em sua casa para apanhá-la, deste modo teríamos tempo de pegar um motel no caminho. Assim o fizemos. Depois da primeira trepada, resolvi fazer com Marisa uma posição que somente havia feito com a minha ex-companheira. Depois de dar uma bela de uma chupada, coloquei aquele bocetão para cima, apoiei um travesseiro por baixo dos quadris para dar maior altura, coloquei Marisa na famosa posição do “frango assado”. Só que em vez de enfiar o pau naquela xota pingando de tesão, eu dei uma lubrificada e fui enterrando lentamente no rabinho dela. Quando estava tudo bem colocado, ajuntei o indicador e dedo médio da mão esquerda e tasquei para dentro daquela xota, indo buscar o famoso ponto G (para quem não sabe onde fica, aconselho ler sobre o assunto). Marisa se contorcia de tesão tomando no rabo e na xota ao mesmo tempo e, para aumentar ainda mais o seu prazer, a safada começou a se masturbar no clitóris com os dedos da mão direita. Era um pau no rabo, dois dedos brincando dentro da xota dela e ela ainda se masturbando!!! A respiração dela foi se tornando cada vez mais ofegante, aquela xota queria engolir os meus dedos de tanto prazer, sua cabeça se agitava, sua boca emitia urros de prazer... então ocorreu um orgasmo inusitado! Explodiu um tesão fortemente recolhido; o anel do seu ânus apertou o meu pau enterrado naquele cuzinho morno, sua boceta ensopada comprimiu os meus dedos, seu corpo se enrijeceu e começou a tremer... tremia e gozava, tremia e gozava! Junto com o gozo, repentinamente começou a chamar em voz alta pela sua santa de devoção... (por ética vou omitir o nome da santa), chamou pela mãe, gritou para o pai parar com aquilo, chamou a avó em voz alta... !!! Eu assistia atônito - sem saber se tirava ou enterrava ainda mais o pau naquela rosquinha “caliente” - uma fêmea que gozava, tremia e gozava, chamava pela santa e gozava... e foi assim por um tempo muito acima do normal de qualquer orgasmo que eu já tenha presenciado em minha vida. Eu só sei que naquele momento de intenso prazer a minha amiga certamente se libertou de boa parte dos traumas da sua infância e adolescência, se aproveitou escandalosamente do meu pau e dos meus dedos para fazer uma purificação - uma catarse, como se fala em psicologia.

Após terminado o gozo intenso, evitei tocar no assunto para não constrangê-la ainda mais do que ela já estava se sentindo constrangida. A partir de então, infelizmente começou a me evitar por pura vergonha daquele poderoso orgasmo.

Depois de algum tempo acabei me mudando para outro estado devido ao trabalho e perdendo o contato com minha amiga.

Portanto, caro leitor, cuidado com a posição acima descrita pois além de ouvir uma safadinha chamar pela santa, você também pode deixar de comer um belo de um “rabinho”!

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Assultou mas encarou: Dívidas de uma vizinha safada

Assultou mas encarou:

Dívidas de uma vizinha safada

Quando estava com 22 anos, morava em um apartamento sozinho, e tinha como vizinhos um casal sem filhos. A esposa se chamava Tânia e tinha 35 anos. Era sempre muito agradável e educada comigo, e as vezes conversávamos no elevador. Ela tinha cabelo castanho claro até os ombros, olhos verdes, nariz afilado e era bastante bonita, apesar de ser uma mulher madura. Era difícil não reparar que ela tinha um corpo muito bem cuidado, pois sempre que saía para trabalhar colocava roupas justas como calças jeans bem cavadas, saias justas, etc. Ela tinha uma altura média e possuía um belo par de pernas: coxas grossas bem malhadas, um traseiro avantajado com nádegas generosas. Ela também tinha seios de bom tamanho que deixava expostos por decotes e blusas marcantes. Eu sempre apreciava discretamente seu corpão, já que ela tinha jeito de mulher fina e independente e não queria que percebesse. Seu marido viajava muito pelo Brasil, e as vezes ela ficava sozinha por alguns dias.

Numa dessas ocasiões, quando ela tinha acabado de chegar do trabalho, ela bateu na minha porta e me pediu se poderia ajudá-la com um problema em casa. Eu lógico que não ia negar, naquele dia ela estava vestindo uma saia azul bem curta, uma camisa branca e salto alto; e estava gostosa como sempre. O problema era que uma das lâmpadas de sua casa tinha queimado e ela podia trocar porque não tinha uma escada em casa. Por sorte, eu tinha uma, e me propôs a ajudá-la. Peguei e levei para o seu apartamento até a cozinha, onde estava o defeito. Ajeitei a escada e ela foi subindo na escada. Logo percebi que teria uma bela visão daquele traseirão daquele jeito. Ela me olhou e eu passei a lâmpada. Eu segurava a escada enquanto ela fazia a troca. Eu estava alucinado pois enquanto ajeitava a luz, eu tinha suas coxas descobertas bem na minha frente para olhar e apreciar. Realmente eram pernas de respeito, do tipo mignon, levemente queimadas de sol. Eu observava seu traseiro bem abundante deixando a saia bem justa. Sentia um tesão aumentando e já estava ficando de pau duro. Antes que ela acabasse, me arrisquei e dei uma espiada por debaixo da saia. Como estava bem justa, não dava pra ver muito, mas dava pra perceber um pouco da calcinha branca dela cobrindo-lhe a xoxota. Ela começou a descer da escada, e eu tentei dissimular ao máximo. Ela sorria e me agradecia muito pela ajuda. Levamos um papo, e ela me contou um pouco da sua vida, como ficava sozinha de vez em quando, sobre o trabalho, etc. Eu continuava excitado por causa das coxas de Tânia, mas falava tentando esquecer sua bunda na escada.

Finalmente fui embora e depois daquele dia ela continuava a pedir favores casualmente, o que eu sempre ajudava ao máximo pois meu tesão por ela tinha triplicado a partir dali. Ela não deixava por menos, nos fins-de-semana aparecia de shortinho jeans super cavado e top para me pedir qualquer favor. Outras vezes chegara a vir com a roupa com a qual fazia ginástica, uma calça de lycra preta super ajustada. Eu olhava para seu corpo sempre que pintava a oportunidade mas nunca falava nada, pois ela era casada e sempre se comportava muito recatadamente apesar de sorrir muito e ser sempre agradável.

Uma noite, bem tarde, eu estava assistindo um filme em casa, quando bateram à porta. Quando abri me deparei com Tânia, que estava com um vestido azul bem decotado mas com uma saia longa. Ela tinha ido a uma festa, e eu reparei que ela tinha bebido pois dava pra ver que estava meio embriagada. Ela sorria bastante e me pediu se podia ajudá-la a descer uma garrafa que tinha guardado num armário bem alto, já que seu marido tinha viajado. Eu estava meio sem graça, mas como das outras vezes, não ia negar. Fomos até a cozinha e ela me indicou o armário. Eu alcancei uma garrafa de uísque e ela me ofereceu um drinque. Eu recusei mas começamos a conversar e ela foi me passando umas indiretas falando que como um cara como eu jovem e forte não tinha namorada, etc... O tesão já começava a parecer outra vez. Quando ela terminou de beber, virou-se e tentou recolocar a garrafa no alto do armário. Como estava meia bêbada e não alcançava, eu me aproximei por trás dela rapidamente para ajudá-la antes que deixasse a garrafa cair. Ela então falou com uma voz bem maliciosa: "Obrigada, como você é gentil..." e foi roçando o seu quadril no meu, apertando sua bunda contra minha cintura. Esse foi o sinal pro meu pau, que já estava duro, ficar totalmente rígido. Eu sentia suas nádegas esfregando no meu caralho e estava dividido entre o choque da surpresa e o tesão da massagem inesperada. Isso durou alguns segundos até que ela se virou e me disse: "Que foi? Você acha que eu não percebo como você olha pra minha bunda o tempo todo? Agora chegou a minha vez de ver algo!" E assim me puxou contra a mesa da cozinha e foi acariciando o meu pau por cima da bermuda, enquanto me falava no ouvido: "Pois eu também faz tempo que estou de olho nesse teu cacete duro!" Eu mal tinha assimilado a surpresa das sacanagens que uma mulher que parecia tão recatada e educada como Tânia me dizia quando ela desabotoou minha bermuda que caiu aos meu pés, me deixando nu da cintura pra baixo e com o pau na mão carinhosa da minha vizinha embriagada. Ela observava o meu pau com tesão enquanto o massageava de cima ate embaixo, segurando firme, até que me deu um olhar bem sacana e abaixou-se. Senti o meu pau sendo abocanhado pelos lábios cheios de Tânia. O calor de sua boca cobriu o meu pau inteiro me dando um prazer intenso. Ela não se fazia de rogada e começava a subir e descer no meu cacete suavemente, chupava gulosamente e eu segurava o seu cabelo preso por cima da cabeça, o que me permitia ver que ela passara a lamber a cabeça do meu caralho como se fosse um doce. Dali, ela ia descendo, lambendo o resto até chegar ao saco, que ela não deixava de acariciar com a outra mão; voltando a subir até a cabeça e recomeçar o boquete. Eu apenas me deliciava com a hospitalidade de Tânia, nem ligando que estava na cozinha de minha vizinha casada que bebera demais e decidira cair de boca no meu pau. Afinal, mulher bêbada não tem dono, pensei, enquanto ela continuava concentrada no seu "trabalho". Ela se deliciava com o meu cacete e nem se importou quando enchi sua boquinha de gozo, já que ela foi engolindo tudo até a última gota. Depois disso ela se levantou e disse que era melhor ir embora pois seu marido estava em casa dormindo: "Eu menti porque estava louca pra chupar esse teu cacetão enorme." Eu realmente fiquei preocupado do cara descobrir que estava pegando sua mulher na cozinha, mas ela nem ligava. Apesar disso fui para casa com uma vontade tremenda de transar aquela dona sacana. Mas pelo menos tinha certeza de que não ia acabar ali.

Alguns dias se passaram até que, finalmente, uma tarde, Tânia veio conversar comigo. Ela me contou que se lembrava daquela noite que tinha ido além da conta, e que sabia que tinha rolado algo que ela não tinha tido intenção de fazer, e que a bebida e uma certa atração que ela sentia por mim a tinham traído e que eu tinha de entender que ela era uma mulher séria e casada e que aquilo tinha de ficar entre a gente e que não podia acontecer mais. Eu, então, fui direto ao assunto: "Eu entendo sua posição, Tânia; mas eu também sei que você se amarra no meu pau e que eu tenho um tesão muito grande por essa sua bunda gostosa." Ela começou a ficar totalmente vermelha e contrariada, mas continuei: "Também quero que isto fique entre a gente, mas pra isso eu vou ter que dar uma olhada nesse teu traseiro gostoso. Pode ser o dia e a hora que você escolher." Depois de uns segundos, ela sorriu resignada: "Você é mesmo um jovem sacana pra sua idade, e eu podia facilmente não aceitar isto, mas vou te permitir essa liberdade com mais uma condição: tem que ser bem rápido." Eu sorri para ela e concordei, olhando para aquela bunda tesuda enquanto ela se levantava e ia embora. Os dias se passaram e depois de um mês, encontrei um bilhete por debaixo da minha porta numa manhã que dizia: "Esta noite, às sete, na minha casa. Ass: Tânia". Sorri ao lê-lo, sabendo o que me esperava naquela noite, e esperei até a hora marcada.

Me aprontei e fui até o apartamento vizinho. Tânia me atendeu vestindo uma bermuda jeans bem apertada e uma camiseta branca. Olhei para seu corpo com tesão e ela me convidou a entrar. Nos sentamos na sala e falamos por um bom tempo, ela me falando que seu marido tinha viajado por uns dias. Bebemos e conversamos para descontrair o ambiente, o meu tesão aumentando a cada minuto. Finalmente, nos olhamos por alguns segundos em silêncio. Ela se levantou e foi até a cozinha preparar outro drinque. Eu a segui e me aproximei dela, agarrando-a pela cintura. Encostei o meu corpo nela e rocei o meu pau na sua bunda tal como ela fizera naquela noite. Passei a acariciar seu traseiro sobre aquele jeans intencionalmente mais cavado do que o normal com uma mão. Pedi para ela abrir um pouco as pernas, ao que ela obedeceu. Fui acariciando por entre suas coxas grossas, passando a mão em cada pedaço de sua bunda tesuda. Falei para desabotoar a calça, ao que ela reclamou um pouco, dizendo que tudo bem mas que não iria além dali. Eu concordei e, depois de abaixar-lhe a calça até os pés descobri que ela usava uma calcinha de renda preta bem pequena e cavada, indicando que ela tinha mais do que se preparado para a ocasião. Fiquei apreciando aquelas pernas carnudas e a pele macia mas firme das coxas expostas e da bunda coberta por uma minúscula calcinha preta. Ela se apoiou com os cotovelos sobre o balcão da cozinha e empinou a bunda dizendo: "Vai, aproveita seu sacana!" Não perdi tempo e passei a acariciar aquela maravilha de vizinha como tanto desejara naquele dia enquanto segurava a escada. Eu não me limitava a bunda, passava a mão bem fundo por entre as nádegas, acariciando-lhe a buceta por sobre a calcinha. O calor entre suas pernas crescia cada vez que passava a mão, e percebi que ela estava de olhos fechados, mordendo os lábios para não gemer. Aproveitei a chance, e iniciei meu plano de seduzi-la completamente. Fui abaixando sua calcinha devagarzinho, enquanto mordia seu pescoço. Ela ainda sussurrou: "Ai, não, a calcinha não..." Mas eu falei que era só um pouquinho e ela nem falou nada, continuando com os olhos fechados e os gemidos suaves de tesão que eu lhe proporcionava. Acariciava-lhe as pernas e a bunda despida com uma mão e com a outra a buceta bem úmida e queimando de tesão. Com os dedos, afastava-lhe os lábios da xoxota e massageava o seu clitóris. Explorava aquele mulherão com um prazer enorme, o que ela obviamente também sentia, com a respiração ofegante e a bunda cada vez mais empinada. Passei também a acariciar-lhe os seios bem formados, e com os bicos bem durinhos por debaixo da camiseta. Ela não ofereceu resistência, indicando que já não ligava tanto. A excitação em nós dois crescia até que ela me falou: "Já que estamos aqui, gostaria de te pedir um favor..." e se livrou da calça, calcinha e camiseta, ficando só de salto alto, meia calça e sutiã. "...faz tempo que meu marido não chupa minha buceta, e isso me dá muito tesão, será que você..."; e, virando-se, sentou-se de frente pra mim no balcão, enquanto abria bem as pernas, oferecendo-me sua buceta. Pensei comigo mesmo que essa senhora fogosa estava no papo, e com um sorriso no rosto, abaixei e fui ao interior de suas coxas. Enquanto mantinha suas pernas bem afastadas no ar, mordia e beijava suas coxas, passando de uma perna a outra sem tocar na sua buceta arregaçada por um bom tempo, excitando-a mais e mais. Finalmente ela implorou: "Vai lambe minha boceta, lambe". Ao seu comando, enviei a língua na sua xoxota e fui lambendo e saboreando aquela mulher madura com muita vontade. Ela começou a gemer como uma cadela no cio. Eu abusava daquela buceta, lambendo e mordendo o clitóris o que a levava a loucura. Pensei que o marido devia ser muito otário de não cuidar de um mulherão daquele com uma bunda e uma buceta tão gostosa. Tânia ofegava bastante e dava pra ver que estava perto de gozar. Me toquei que era hora de dar o golpe final à conquista de Tânia, parei por um segundo e disse: "Eu vou te fazer gozar, sua sacana, mas você vai ter que fazer algo em troca.", ao que ela, já sem nenhum controle sobre o seu tesão, respondeu: "O que você quiser mas não pára de me chupar, não pára, que essa sua língua é demais!" Satisfeito, pois meu plano estava quase completo, me preocupei em dar a Tânia o melhor gozo possível, que não demorou em chegar em poucos minutos. Me levantei e acariciei o corpo quente e mole de satisfação de Tânia aproveitando pra cobrar a dívida prometida: "Agora que você vai ter que sentar no meu cacete bem devagarinho." Entendendo o que estava rolando ela maliciosamente comentou: "Você está se atrevendo bastante, mas já que você tem uma beleza de caralho acho até que vou gostar de pagar essa dívida pra você como boa vizinha. Vamos pra sala." Chegando lá ela me disse para sentar no sofá e, desabotoando-me a calça, fez graça: "Vamos ver esse cacetão maravilhoso, vizinho!", liberando meu pau duro que nem pedra de toda a sacanagem que tinha rolado na cozinha. Por alguns segundos, ela chupou e lambeu meu pau, enquanto eu a provocava: "Pode ir lambendo bem que você vai fazer entrar tudinho, sua sacana. Vou arregaçar tua buceta e te comer como uma cadela, que eu sei que é isso que você quer.” Finalmente, ela se levantou, e ajoelhou-se de costas sobre mim. Ela segurou meu pau umedecido por seu boquete, e o posicionou na entrada de sua xoxota. Fui ao delírio com a visão do belo traseiro de Tânia e de sua coxas maciças descendo sobre o meu cacete, por entre suas pernas bem abertas enquanto sua buceta era penetrada, engolindo meu pau devagarinho, tal qual eu tinha mandado. Com habilidade ela foi descendo, descendo até chegar ao talo do meu pau. Tânia não parou por ali, suavemente foi começando a cavalgar meu caralho, enquanto eu a segurava pela cintura. Ela mostrou que também sabia de sacanagem, aumentando o ritmo impressionantemente fazendo com que meu pau desaparecesse por entre suas coxas inúmeras vezes. Lá pelas tantas, ela se levantou e virou-se de frente para mim, reiniciando a foda numa posição em que pudesse cavalgar meu cacete com mais intensidade. Eu estava no céu, fodendo com aquele tesão de potranca no sofá de sua sala de estar. Eu aproveitava a posição para tirar-lhe o sutiã e apertar os peitos que balançavam ao vai e vem da foda. Me agarrando nas suas nádegas suadas de prazer, senti que o gozo estava próximo, quando ela se antecipou e cheia de tesão me disse: "Vem, vem me foder no meu quarto". Aceitei a proposta de imediato e a segui pelo corredor até um quarto onde havia uma cama bem grande. A safada queria foder na própria cama de casal! Ela se colocou de quatro bem no meio e me chamou: "Você não queria me comer? Pois vem meter na tua vizinha, vem!" Eu tirei toda a roupa e iniciei minha vez de meter naquela esposa assanhada, com fôlego redobrado depois da breve pausa. Estocava aquele bundão com força, fazendo suas nádegas balançarem sem parar. Sabendo que ela gostava de ouvir sacanagem, perguntava: "Está gostando, querida vizinha?". E ela, entregando-se toda àquela foda, respondia: "Muito, seu sacana! Pode me chamar de cadela, de safada! Faz o que você quiser mas não pára de meter!"

Apesar disso, depois de muitas estocadas, não resisti a tentação, ao ver aquela bunda perfeita e enorme, e, num rápido instante, parei e recoloquei meu pau no cuzinho de Tânia. Não podia deixar de comer aquela bunda numa ocasião como aquela. Me surpreendendo mais uma vez, ela apenas pediu para que eu fosse devagarzinho, me explicando que antes de casar adorava tomar na bunda, e que no trabalho tinha dado essa alegria à vários colegas até que um dia conheceu o marido e acabou casando; que não gostava daquilo apesar de que ela tinha tentado convencê-lo várias vezes. Eu falei que uma bunda como essa, todo mundo iria querer foder e passei a penetrar-lhe a bunda com confiança, forçando o rego de Tânia cada vez mais fundo apesar de apertadinho. Ela reclamava de dor dizendo que meu pau era grosso e seu cu não estava mais acostumado ao que eu lhe respondia: "Calma, dona, daqui a pouco eu vou arregaçar o teu cuzinho de vez e aí você vai me implorar por mais, vou comer tua bundinha como teu marido nunca fez, mesmo porque ele nem sabe a esposa putinha que tem." Ela se amarrava em ouvir essas safadezas e a dor finalmente passou a prazer quando enfim comecei a estocar sua bunda devagarzinho e, logo, com todo o meu pau. A foda selvagem recomeçou com toda a força; Tânia de deliciando de prazer com o meu pau na seu traseiro. Não deixei de provocar aquela vizinha tão gostosa: "Quem diria, uma mulher séria e recatada como você, sendo comida de quatro assim, dando até a bunda na própria cama de casal, que sacanagem! O que você tem a dizer sua sacana?", enquanto eu não parava de estocar o cuzinho daquela bunda alucinante. "Pode me provocar, seu puto, mas não para de meter que você vai me fazer gozar!" Eu aumentei o ritmo e aproveitei pra gozar, junto com ela, toda a porra acumulada na bundinha já não tão apertada de Tânia. O tesão era tão intenso que demoramos um bom tempo naquela posição, ofegando de prazer e cobertos de suor e satisfação. Acho que nem eu nem ela poderíamos imaginar que aquela noite ia ser tão boa. Dormimos juntos, e no dia seguinte quando acordei vi que Tânia ainda tinha muito fogo para oferecer: ela tinha colocado uma meia calça e sutiã pretos e estava lambendo o meu pau. Ao me ver acordado, pediu: "Bom dia, será que como bom vizinho você poderia passar a língua na minha buceta outra vez?" Daí em diante recomeçou a sacanagem do dia anterior. Comia Tânia de todos os jeitos, inclusive o seu preferido: na bundinha, que já não oferecia resistência alguma ao meu pau. Era evidente que isso era uma liberação de muita vontade de transar acumulada daquela potranca de esposa. Antes de ir embora, ela voltou a me pedir sigilo, ao que lhe falei sacanamente que não tinha problema, que quando precisasse, a comeria com prazer.

Com isso, o caso se estendeu por mais um tempo. Quando Tânia estava muito excitada e não era satisfeita logo; esperava pra ficar sozinha e me convidava pra mais uma rodada. A maioria das vezes íamos direto pro quarto, transar em todas as posições imagináveis, e eu me preocupava um pouco, pois o marido haveria de descobrir que alguém estava dando um trato na buceta e no cuzinho de sua bela mulher; inclusive com os comentários dos vizinhos que ouviam os gemidos de nossas transas em alto e bom som. Em um certo momento, chegamos a transar na minha casa algumas vezes, quando o marido andava por perto e Tânia não queria esperar pra que a comesse. Finalmente, eles se mudaram pra outra cidade depois de alguns meses e eu nunca mais os vi. Eu e ela não nos despedimos, mas ainda guardo as lembranças daquela "boa" vizinha

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